A ultima do Miguel Relvas foi dizer que sobre o o facto de a TAP e a CGD não sofrerem os cortes salariais conforme está estipulado em orçamento de estado, não sendo um regime de excepção mas sim uma adaptação. Juntando com a frase do Pedro Passos Coelho sobre um empréstimo ao BPN de 300 milhões de euros, que este não era um empréstimo mas sim uma linha de crédito. É como dizer, "querida eu não te estou a trair, estou a partilhar experiencias sexuais com outras".
O que me espantou também foi as explicações de tal excepção sobre a TAP, é uma empresa com concorrência e em plano de privatização. Agora expliquem porque razão, uma empresa como os CTT por exemplo, porque há outras, que estão têm concorrência e está prevista a sua privatização, não são abrangidos por tal "adaptação".
Com estes no governo cada vez há mais filhos da mãe e filhos da p.........., enteados.